Quase toda empresa tem seus momentos de tirar o time da rotina: kickoffs, encontros de área, confraternizações de resultado, eventos de fim de ano, aniversários da marca.
Na prática, muita gente ainda olha pra esses encontros só como “custo de evento”: buffet, atração, estrutura, som, luz. Só que esses mesmos encontros podem funcionar também como meio de comunicação da marca, principalmente quando o próprio time passa a registrar, postar e comentar o que viveu ali.
Não estamos falando de campanha roteirizada, mas de algo mais simples:
colaboradores virando mídia, de forma espontânea, mostrando a empresa do ponto de vista deles.
Neste artigo, a ideia é mostrar como transformar diferentes tipos de confraternização em conteúdo orgânico de marca, sem pedir depoimento forçado, sem hashtag empurrada e sem transformar o evento numa ação promocional disfarçada.
Quando um colaborador resolve postar sobre um evento interno por conta própria, isso costuma indicar algumas coisas ao mesmo tempo:
Na prática, isso traz:
A questão deixa de ser “como fazer o colaborador postar” e vira: que tipo de evento faz com que ele queira postar?
Em qualquer tipo de confraternização, quase tudo que vira conteúdo de marca aparece atrás das pessoas: painel, bar, palco, iluminação, fluxo de gente.
Algumas perguntas rápidas ajudam a ajustar isso:
Só de limpar excesso visual, ajustar pontos de luz e posicionar melhor os elementos da marca, você já melhora bastante a “filmabilidade” do encontro.

Em vez de espalhar ativações por todos os cantos, vale escolher 1 ou 2 espaços que realmente convidam o time a registrar:
Funciona bem:
Cansa ou afasta:
Se a pessoa olha e pensa “quero tirar uma foto aqui”, o trabalho foi bem feito.
Você não precisa transformar a confraternização num show roteirizado.
Mas é estratégico pensar em alguns momentos com alto potencial de virar vídeo, em qualquer formato de evento:
Exemplos:
Regra prática:
se você estivesse na plateia, pegaria o celular pra gravar?
Se a resposta for sim, é uma boa candidata a cena de story, reel ou post.
Um ponto que costuma travar conteúdo orgânico é a dúvida:
“Será que posso filmar isso aqui? Posso postar? Posso marcar a empresa?”
Ajuda muito deixar isso claro de antemão, por exemplo:
Limite claro dá segurança. Segurança incentiva registro.
Algumas práticas bem comuns acabam matando o conteúdo orgânico:
Isso tudo tira naturalidade, coloca pressão e faz o evento parecer ação de marketing interno, não encontro entre pessoas.
Melhor caminho:
Entre as várias dinâmicas possíveis em eventos internos, o karaokê ao vivo com banda tem uma característica interessante para a marca:
Tudo isso é terreno fértil para stories e vídeos curtos. Não porque alguém pediu, mas porque o momento em si dá vontade de registrar.
É justamente essa lógica que a Live Karaoke trabalha:
criar cenas em que o time quer participar, o ambiente convida a gravar e o conteúdo nasce sem cara de campanha.
Olhar a confraternização como mídia espontânea da marca não significa perder o lado humano do encontro. Pelo contrário: significa entender que é esse lado humano que mais funciona quando aparece nas redes.
No fim, a pergunta que vale ficar é simples:
“Se eu fosse colaborador, teria vontade de registrar esse evento e mostrar pra minha rede do jeito que ele está sendo pensado hoje?”
Se a resposta for “ainda não”, é aí que começa o trabalho.
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